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09 de novembro de 2010 09:25

Ibama libera construção da variante ferroviária de Camaçari

A expectativa é de que sejam gerados mais de 700 empregos diretos para a obra.

Por Editor

A construção da nova variante ferroviária, uma das obras mais esperadas pela população de Camaçari, está prestes a iniciar. Com a execução do projeto, a retirada da linha férrea do centro do Município começa a tomar forma, visto que foi concedida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a licença de implantação dos 18,68 quilômetros do contorno ferroviário.

A nova variante ligará o Pólo Industrial de Camaçari ao Porto de Aratu. As obras terão início logo após a assinatura da ordem de serviço pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (DNIT). O evento do lançamento da obra será realizado em Camaçari e contará com as presenças do governador Jaques Wagner e representantes do Ministério dos Transportes. A data será divulgada posteriormente.

O canteiro de obra ficará instalado no marco zero da linha férrea, precisamente na área das transportadoras do Pólo. As intervenções devem ser concluídas em um prazo de 540 dias e contará com mão-de-obra local. Foi o que ficou estabelecido entre o prefeito Luiz Caetano e o representante da Construtora Cowan, Cláudio Veloso, durante encontro no final de outubro.

A expectativa é de que sejam gerados mais de 700 empregos diretos, com a contratação de profissionais comore engenheiros, pessoal para o setor administrativo, técnicos e operários.

COMPROMISSO

A construção da nova variante ferroviária é o primeiro passo para a retirada da linha férrea do centro de Camaçari, anseio antigo da população e um compromisso da atual gestão. A medida trará mais segurança para os moradores do Município, uma vez que reduz o risco de acidentes com produtos químicos na cidade.

Entre os benefícios da obra está à redução, em 29 quilômetros, da distância entre o Pólo Industrial e o Porto de Aratu. O contorno ferroviário beneficia ainda os municípios de Simões Filho e Candeias, já que a ferrovia deixará de passar também por essas cidades. O recurso para execução da obra é proveniente do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e está orçado em cerca de R$ 100 milhões.

Fonte: Luanna Cavalcanti – Ascom/PMC.

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