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24 de novembro de 2010 16:13

Línha Férrea: problemas no projeto podem ter atrasado a ordem de serviço

Diretor do DNIT explica o assunto

Por Fabiane Santos
 
   

Após a assinatura oficial do governador do Estado, Jaques Wagner, do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos e do prefeito de Camaçari, Luiz Caetano, na segunda-feira (22), na Cidade do Saber, a ordem de serviço para o início da obras do novo anel ferroviário que liga o Pólo Industrial do Município ao Porto de Aratu e a retirada da Linha Férrea de dentro da Cidade, Geraldo Lourenço, diretor de Infraestrutura Ferroviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), explica por que a ordem de serviço demorou tanto a ser assinada.

De acordo com Geraldo, diversos fatores dificultaram para que o projeto fosse aprovado. “As empresas que fizeram o projeto na época tiveram uma concepção que não foi aceita pelo Tribunal de Contas e pelo DNIT. Em razão disso, foram feitas recontratações para as  reformulações desse projeto. Por tanto, agora esses projetos foram aprovados e já iniciaram as obras”, disse.

Durante seu discurso o governador do Estado também comentou sobre o atraso para a retirada da Linha Férrea da cidade, e atribuiu também ao projeto. Disse também que o projeto não foi aprovado antes porque não deveria estar nos padrões, mais que agora era um momento de alegria, pois a ordem já estava assinada. “Temos que ter a capacidade de apresentar um bom projeto, e para isso temos que ter projetos”, comentou.

A obra está estimada em um investimento de R$140 milhões, mas Geraldo comenta que se necessário, o DNIT aportará valores para ver a conclusão do serviço. “Em principio o projeto concebe R$140 milhões, mas se for necessário, naturalmente que nós vamos fazer aditivo para que esse projeto seja concluído”, relatou.   

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