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30 de março de 2017 09:08

Alerj beneficiou empresas de ônibus em R$ 90 milhões

Nessa quarta, o presidente da Assembleia foi alvo de investigação

Por Redação

Empresas de ônibus do Rio foram beneficiadas por uma mudança na legislação aprovada em dezembro de 2016 pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Com a alteração, essas empresas receberam R$ 90 milhões, benefício oriundo de créditos pagos pela população que utiliza o RioCard.

Segundo o jornal O Globo desta quinta-feira (30), a lei nº 7.506/16 passou a desobrigar as companhias a devolverem os créditos não utilizados pelos passageiros depois do prazo de validade de um ano. Antes, o RioCard não fazia parte da relação de passagens que tinha um prazo de validade pré-estabelecido.

Nessa quarta-feira (29), a Operação Quinto do Ouro cumpriu mandados de condução coercitiva contra o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Piciani, e o presidente da Federação de Empresas de Transportes (Fetranspor), Lélis Marcos Teixeira. O político é suspeito de ser um dos organizadores de um movimento que levou ao pagamento de propina da Fetranspor ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) para favorecer o setor.

Os conselheiros do TCE-RJ Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar, José Maurício Nolasco, além do presidente da corte, Aloysio Neves, e o ex-conselheiro Aluizio Gama foram presos temporariamente.

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