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22 de novembro de 2010 22:07

Entrevista com o vereador Cleber Alves concedida ao programa Baiana na Política

Na pauta está a sucessão de 2012 e a eleição da Presidência da Câmara Municipal

Por Editor
 
Vereador Cleber Alves (PT).  

Natural de Camaçari, o vereador Cleber Alves de Jesus (PT), foi líder de grêmios estudantis, presidente de associação de bairro. Além de vereador, é empresário da área de eventos, shows e construção civil. Exercendo o segundo mandato de vereador, Cleber possui formação técnica em engenharia e edificações. Também preside a Comissão de Políticas Públicas para Mulheres, Direitos Humanos e Defesa do Consumidor. Em entrevista ao radialista Jutan Araújo, o vereador considerado no meio político de Camaçari como polêmico por sua sinceridade e postura firme, fala sobre o seu “kit político”, a disputa para a presidência da Câmara, a administração do prefeito Luiz Caetano (PT) e o pleito de 2012. Confira!

 
Jutan – Vereador, kit prefeito; vamos começar por ai e depois eu quero entrar nos meandros da política. Mas, que kit é esse?O senhor criou, o senhor teve essa idéia, explica pra mim, para o povo da Bahia.

Cleber Alves – Jutan , o kit prefeito ele veio em cima de uma análise feita na quantidade de pré candidatos que existe hoje querendo Camaçari. Eu tenho uma lista aqui na minha mão, que um jornal de lá anuncia, 42 pré-candidatos para uma única cidade e para uma única vaga é muita coisa, o normal seria ter quatro, ter cinco. Então, ou a coisa é muito boa, ou qualquer um pode ser candidato. Então, o que é que eu imaginei com o kit prefeito? É levantar as condições básicas e óbvias para o pré-candidato. Tipo: a certidão de nascimento dele, o histórico escolar, a certidão dos filhos, a convivência social, que tipo de serviço ele presta ou prestou nessa comunidade, quanto tempo – no caso de genérico – que não tenha nascido lá, quanto tempo ele está na sociedade, fez o quê? Como é que ele prova isso? Então, eu acho que aqui nós começamos a selecionar esses pré-candidatos. Que conheçam a cidade, por que chegar e dizer que é candidato – por dizer que é candidato, por que a lei permite… Por que é medo de quem vem de fora? Não existe isso! É direito de quem está lá dentro, tomar conta do que é seu. Jutan, você tem sua casa, quem vai zelar dela é seu vizinho? Quem vai zelar de sua casa é você. Então nós vamos esperar que ‘toda mão’ venha de fora? Camaçari não tem capacidade de produzir o seu filho para administrar o que é seu? E que isso sirva de exemplo para os outros municípios, por que é assim no mundo todo. Por que, eu chego a lhe dizer, que eu votei no governador, claro pelo projeto, mas o nosso governador é carioca. Eu acho que não é puxar o bairrismo, é puxar o que é nosso para a mão do nosso povo. Então nós temos que trabalhar com essa linha, é a linha que eu trabalho para Camaçari que a gente descubra – apesar de eu dizer assim: ah, o nosso governador é carioca – mas, teve um projeto bonito, um projeto bom, agregou, venceu, tá transformando a Bahia, tenta melhorar. Mas, eu vejo lá em Camaçari, é uma realidade igual; Humberto Ellery, passou 25 anos mandando em Camaçari, Tude mais 16 ou 18, Helder mais 2, Caetano já vai para 12, todos são de fora. Precisou Caetano ganhar e envaidecer o filho de Camaçari, demonstrar que nós temos a abertura de pleitear, nós hoje estamos movido, talvez pela vaidade, talvez pela oportunidade que nos é dada pelo prefeito Caetano de dizer: não, eu também posso disputar o que é meu. Por que os antigos, não deixavam a gente chegar nem em coordenação. Hoje nossos filhos estão em Secretarias, nossos filhos estão em coordenação, tão assumindo vereança, e antigamente não era assim, nesse ponto eu agradeço o prefeito Caetano. Agora, sou seguidor do projeto do prefeito e vamos discutir o nome. Mas, que eu visualizo que em um espaço pequeno, nós temos que envolver o filho de Camaçari no poder de que é dele.

 

Jutan – Vereador Cleber Alves sobre isso ai, tá na hora também dos municípios de São Francisco do Conde, dar espaço para o filho de São Francisco do Conde – que conheça a cidade – Candeias, Madre de Deus também, São Sebastião do Passé, só assim essas cidades vão começar realmente a ter vez na política né?

Cleber Alves – Eu espero que a Câmara que tem a responsabilidade de representar na hora, a expressão popular, que eles vão aderir a essa possibilidade do kit prefeito para começar a selecionar e o povo do lugar começar a tomar conta do que é seu, por que você quando toma conta do seu lugar, você sabe a história, a tradição. Você tem que pensar nas pessoas, passado, presente, para que eles possam imaginarem como vai ser o futuro. Agora, de repente, chegarem um bocado de gente que caíram de helicóptero, caíram de pára quedas, que simplesmente vem dizer que é candidato nesse lugar, por que fez isso ou aquilo, não, não é assim; nós temos que descobrir a relação, a intimidade, o relacionamento social com o povo e também a capacidade da pessoa em gerir uma máquina, isso tudo tem que ser julgado, mas que o nosso povo tem que começar a assumir o seu papel, tem.

 

Jutan – Vereador, como foi que o senhor entrou na política?

Cleber Alves – Isso vem no sangue. Meu avô era do Partido Comunista do Brasil, foi a primeira pessoa que o prefeito Caetano conheceu em Camaçari, isso muito tempo atrás, há 35 anos atrás; eu ainda tinha cinco anos de idade, o meu avô militou muito com o prefeito Caetano, e dessa militância eles fizeram muita coisa junta, muito trabalho, muitas atividades políticas, e eu herdei esse gostar de Caetano e de meu avô, por que Caetano não era da minha relação política, nem social, era de meu avô, e eu herdei isso de meu avô, meu avô admirava ele, gostava dele, eu terminei herdando isso e a gente vem nessa linha política, por que a política tá no sangue, tá em presidência de grêmio de colégio, na organização do baba, e tá em minha vida no dia – a – dia, não só na política votada;  a política do respirar, da vida, da disputa, das decisões através de discussões, através de idéia. Eu me considero políticos de alma, nasci para a discussão.

 

Jutan – Vereador, tentaram melar a reeleição do senhor, invadiram a base do senhor, não respeitaram a base do senhor, e inclusive alguns colegas, vamos dizer assim: “fogo amigo”. Mas, o senhor teve sapiência suficiente para articular, inclusive o senhor ajudou a colegas do partido. Como foi isso ai vereador?

Cleber Alves – Você toca nesse assunto, esse assunto para mim são águas passadas, mas eu aqui não posso me furtar de colocar para a população. O que aconteceu comigo em Abrantes, naquele momento da disputa, no momento da reeleição, foi o maior teste da minha vida e eu vou explicar por que. Teve o fogo amigo? Teve. Alguns de dentro do partido não me queriam? Não me queriam. Naquele momento as pessoas não me conheciam, hoje me olham de outra maneira, se relacionam comigo de outra maneira, sabem o Cleber que eu sou, o companheiro, o parceiro, o homem criado pela pauta da divisão, da discussão e do objetivo de dividir, e se encontra paz é com divisão. E hoje o PT me enxerga assim. Mas, eu tiro uma grande leitura daquele momento, por que os maiores líderes da política de Camaçari, não elegeram vereador e eu me elegi. Eu gostaria de perguntar: O Helder elegeu Del Carmen?  Tude apoiou Blumetti, ele ganhou a eleição? Valdir Freitas, um grande líder, irmão e amigo apoiou o Zé do Pão, não ganhou a eleição. Ferreira não elegeu Janete. Se você for olhar, tem outros nomes que também não emplacaram, mas Cleber Alves ganhou. Então, eu passei pelo grande teste, eu ganhei a eleição, eu tive o segundo mandato. Se eu for comparar o cenário que eu estava inserido de disputa com os grandes e só eu ganhei, aquele momento não foi um momento de derrota, foi um momento da minha vitória, da verdadeira expressão do meu conhecimento, da minha intimidade: entre Cleber e o povo. Entre Cleber político, Cleber o homem do lugar, Cleber o filho nascido e criado e a vontade do povo que defendeu, por que eu fui o único que ganhei.

 

Jutan – Mas tentaram não foi vereador? Foi fogo amigo, por que quem invadiu a base do senhor foram pessoas da base do governo.

Cleber Alves – O que você fala Jutan, uma coisa que me assusta, por exemplo, em Monte Gordo não teve um candidato do PT, em Barra de Pojuca não teve um candidato do PT, em jacuipe não teve um candidato do PT, por que tiraram todos eles e colocaram em Abrantes. Então é uma conta que dilui a expectativa e o articulador, cientista político que errou, achou que se colocasse todos os candidatos em Vila de Abrantes estaria minando minha base. Isso fez com que meu povo me conhecesse mais, acreditasse mais em mim e eu repeti dois mil votos. Dois mil votos quando eu era oposição e dois mil votos quando eu fui vereador de mandato, quando minha esposa era secretária, significa o que Jutan? Que o poder não influência na minha votação, eu não uso a maquina para poder me beneficiar de voto. Eu tive dois mil votos quando andava de pé com você há seis anos atrás, e tive dois mil votos quando fui poder,  quando estava no auge. Então eu me orgulho disso, são dois mil votos na oposição ou na direita.

 

Jutan – O senhor não tem eleitores, tem amigos não é?

Cleber Alves – Eu tenho amigos. Eu tenho uma certidão de nascimento que me credencia na frente de um bocado deles.

 

Jutan – Vereador Cleber Alves, Téo Ribeiro, denúncias chegam aqui pra gente de que ele bota galo para brigar. O que está acontecendo lá vereador? O senhor votaria em um colega do senhor que faz isso? Essa agressão com o meio ambiente, isso é crime.

Cleber Alves – O vereador Téo é meu amigo. Eu desconheço essa façanha de briga de galo… Eu desconheço isso, eu não tenho essa informação. Mas, como parlamentar posso dizer que é um bom parlamenta, um homem que perdeu a eleição e voltou por merecimento, por Justiça, está na disputa comigo também, por que entendo assim, o vereador Téo ele pode ser candidato á presidência da Câmara, assim como eu também sou candidato a presidência da Câmara. Lá nós temos treze vereadores.  A lei diz que nós podemos. Agora, eu acho que a presidência da Câmara se dará dentro de discussão, do novo modelo de como vai ser gerido a Casa. A presidência da Câmara para esse momento novo, os vereadores vão sentar para discutir, para conversar por qual vertente nós guiaremos os rumos da administração da Câmara, da convivência, o relacionamento entre os vereadores e adequar tudo isso a continuidade de um projeto; sem perder de vista a nossa obrigação maior que é fiscalizar as atitudes do prefeito.

 

Jutan – Mas, o vereador Téo ele tem esse projeto, na sua opinião? Por que Camaçari hoje não aceita mais aventura no meio político, estagiários na política. Se Téo fosse candidato a presidente, o senhor votaria nele?

Cleber Alves – O Téo, ele não é o meu candidato. Mas, se o consenso de vereadores tirar o nome de Téo, certamente eu voto nele.

 

Jutan – Ele é preparado para ser presidente?

Cleber Alves – O primeiro preparo para um homem público é a aprovação do povo. Então, se ele já tem um mandato ele já está preparado, então, todos nós estamos. Eu tou pleiteando o cargo também, então o que eu digo ao meu favor: eu digo que eu cumpri todas as etapas com o PT, eu deixei de ser presidente da Câmara para Bira Corôa, o Bira teve a metade dos meus votos, teve mil cento e poucos votos, eu tive dois mil, o presidente da Câmara foi Bira. Luiza teve mil trezentos e setenta e um votos, eu tive com dois mil, o presidente foi Luiza e hoje são deputados e todos tiveram sua oportunidade. Hoje eu busco pleitear, dentro do executivo o apoio, dentro dos meus amigos vereadores, o apoio, para ver se eu posso chegar lá também né? Mas, assim, merecimento todos tem e conhecimento, todos devem praticar o conhecimento, por que o povo já nos deu essa carta para chegar lá.

 

Jutan – Quem é que manda na eleição da Câmara, é o prefeito ou os vereadores têm autonomia para isso?

Cleber Alves – O prefeito Caetano, seria uma incoerência qualquer participação dele; intervir numa decisão de uma Casa que tem a função de fiscalizá-lo. Ele jamais participaria, eu conheço a conduta do prefeito Caetano, a maneira de agir, o homem democrático, o homem que abre os espaços, eu sou fruto da abertura do espaço de Caetano, nós nunca pensamos em ganhar uma eleição, nós já estamos no segundo mandato  diante de toda dificuldade, mas é proveniente da abertura, da democracia de Caetano, do respeito a lei, o comportamento, o respeito as hierarquias, a autoridade e as coisas como são.

Certamente nós temos dois pontos de vista para avaliar: primeiro, nós temos um governo petista onde o PT tem cinco vereadores, terá primeiro uma discussão na executiva do partido, formada por nomes preparados como Fabão, José Raimundo, como Adelmo, Soledade, Bira Corôa, deputado eleito duas vezes; Rose, Arilma, o Cleber também participa, Paulinho. Essa discussão será feita para que dentro do partido nós tiremos o nosso nome, nós vamos tirar o nosso nome, o representante que contemple a maioria dentro do partido. Vamos apresentar a sociedade, vamos apresentar ao prefeito e vamos apresentar na Câmara, obviamente que essa discussão será feita na Câmara por que tirando cinco, nós temos mais oito candidatos, nós temos mais oito vereadores, que vão aderir, ou montar sua chapa.

É tudo muito democrático, mas o prefeito Caetano é um homem íntegro, ele não tem…Primeiro que ele não tem nada a ver com isso. Perante a lei, perante a moral, perante a ética, ele não pode intervir e eu sei que o comportamento dele é esse. Uma coisa que nós vamos fiscalizá-lo, então ele vai pra cima, então perde toda noção de decência, de honestidade. Então conhecendo o prefeito Luiz Caetano, ele não interfere. A Câmara será decidida entre a organização dos vereadores e a organização partidária.

Nós temos hoje no PT de Camaçari, um dos partidos mais organizados dentro do PT, é o PT de Camaçari. Ele faz política todo dia, todo ano, ele não só faz política na época de eleição, então certamente o presidente Fabão responsável como é, a executiva responsável do jeito que nós tentamos levar essa disputa, nós vamos discutir internamente, tentar levar o nome, vamos convencer os companheiros pela importância de a gente montar uma chapa que contemple a todos e o mais importante, saber qual o modelo da administração como se dará o direcionamento do novo trabalho, por que nós temos ai pela frente a necessidade de estar organizado, por que o prefeito não vai ser candidato –  que é o homem chave, é o nome, o carisma, a simpatia, a boa administração – a abertura política do grupo Caetano, nós não vamos gozar desse privilégio, nós teremos ai que construir ou encontrar esse privilégio em outro, por isso que vai ser seleção, vamos fazer uma seleção, com a sociedade, com a política, com o prefeito, com a Câmara, para encontrar um nome que contemple a todos, depois desse nome encontrado, nós precisamos ter uma Câmara organizada, um processo político de partido organizado, de pessoas organizados, por que nós não fazemos a política sozinho, temos situação e temos oposição, tem quem diga sim e tem quem diga não. Então, nós precisamos na orientação do prefeito, na organização do prefeito, encontrar um nome que contemple a todos e que a gente sai organizado para dar continuidade, por que eu posso lhe falar que sou filho de Camaçari, 40 anos filho de Camaçari, nós vivemos hoje a melhor administração de um homem público feita em Camaçari.

Eu tenho certeza de que estou falando a verdade, independente de pertencer ao lado de cá; por que eu sempre digo na Câmara: não tenho perfil de paparicar o prefeito, ou  peruar o prefeito, eu não preciso disso. Eu só afirmo isso aqui por que essa é a verdade, a que eu acho e que a sociedade participa. Tai, Caetano colocou quatro deputado e elegeu os quatro dentro de Camaçari.É um homem democrático, abriu para todo mundo, o Bira se reelegeu, a Luiza se elegeu, os políticos de Camaçari tem que pegar ponga na marca Caetano. Caetano é um homem hoje de estado, Caetano é um homem conhecido da onde você imaginar na Bahia. Caetano hoje está inserido na discussão do governo de 2014, não passa essa discussão sem passar pela boca, pelo ouvido de Caetano. Camaçari está de parabéns por que nós construímos essa Caetano forte hoje, isso não é dele só, isso é nosso, da sociedade, da política, e nós temos que estar orgulhosos, por que ele fez bem a tarefa e chegou no ponto que chegou. O prefeito, não tenha dúvida que é um dos homens mais requisitados para outros projetos, para projetos maiores no cenário da política baiana, eu tenho certeza disso.

 

Jutan – Tem vários nomes da política de Camaçari querendo ser prefeito, qual a opinião do senhor sobre: Ademar Lopes, Ademar Delgado, Cupertino, Rogaciano, Bira Corôa e Marcellino. O que o senhor acha desses nomes para ser prefeito de Camaçari?

Cleber Alves – Eu vou lhe responder politicamente. Eu acho o Lopes hoje um nome de principiante, um homem preparado a ganhar condições de chegar lá. O Lopes cumpriu bem a tarefa que o prefeito deu a ele, seria um bom nome na ausência de um nome um pouco melhor.

Eu quero tirar aqui, você falou o nome de Rogaciano, isso você está fazendo uma brincadeira comigo, eu acabei de falar do kit prefeito, Rogaciano é um homem que caiu lá de pára quedas, não sei fazendo o quê, pra quem; eu sou uma pessoa muito autêntica, risque, não faça uma brincadeira dessas comigo. Eu já risquei o nome de Lopes, acho que pode se preparar mais, é um bom quadro para uma vice-prefeitura, está preparado para isso, é um cumpridor de tarefas, é um homem de lealdade, é um homem fiel. Vou queimar também o nome do vereador Marcelino no mesmo sentido, vereador Marcelino vá ser prefeito primeiro lá de Mata de São João, é meu amigo, meu irmão, mas ele sabe que eu sinto assim. Ele primeiro vá em Mata de São João, vire vereador lá, prefeito lá, que é a cidade dele, a cidade da gente, deixa a gente brigar. Voltando aqui para os nomes que mais me chamaram a atenção, é o nome do secretário Ademar [Delgado];  um nome que tomou muito corpo que ninguém esperava, o nome de Cupertino, um estadista, um homem de posição, um homem carismático. O Bira Corôa que é um homem que provou politicamente o preparo, por que ele foi testado duas vezes e ganhou as duas vezes.

Hoje estando na disputa esses três nomes, O Bira Corôa que é um nome comprovado, testado, duas eleições, um militante, tem história. O Ademar um homem preparado tecnicamente, um homem que reúne a confiança do prefeito, reúne a convivência com a base, a convivência com a sociedade, apesar de que todos eles não estão 100% no kit prefeito, por que não são nascidos no município.

Jutan – Bira nasceu no município. Não?

Cleber Alves – Eu acho que não. Mas, já é um filho da cidade, tem seus filhos lá, todos eles tem serviço prestado, pode muito bem ser candidato a prefeito de lá, mas eu vejo o nome do Ademar cresceu, o nome do Cupertino, que quem não esperava, quem achou que era brincadeira se surpreendeu, tomou caldo na sociedade e o nome do Bira Corôa que também tem caldo na sociedade e engrossa por que é um nome testado.

Fonte: Bahia Política / Jutan Araújo

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