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21 de setembro de 2010 15:05

Geddel e Paulo Souto brigam por uma vaga em um eventual segundo turno

Debate foi marcado por críticas e denúncias ao governo atual.

Por Editor

Autora: Audimára Lima

www.bahiadiario.com


Na noite da segunda-feira (20) cinco candidatos ao governo da Bahia participaram do debate em uma rede de televisão da capital. Jaques Wagner (PT), Paulo Souto (DEM), Geddel Vieira Lima (PMDB), Marcos Mendes (PSOL) e Luiz Bassuma (PV) defenderam seus posicionamentos e criticaram com veemência o governo atual.

Os ataques a administração do PT transmitidos no horário eleitoral gratuito foram mantidos durante o debate. Jaques Wagner respondeu às críticas de seus opositores e quando necessário se fez de desentendido, como no caso das denúncias de corrupção.

Educação, saúde, geração de empregos, aumento da violência, meio ambiente, construção de rodovias, reforma agrária e corrupção foram temas discutidos durante todo o debate, aliás, o que se viu ontem foi bem mais um embate político entre candidatos do que a exposição de planos de governo.

Um ponto que chamou atenção foi a denúncia de Geddel de que o governo estaria devendo à Prefeitura Municipal de Salvador, R$ 19 milhões, o que segundo, Jaques, não é verdade. Luiz Bassuma também foi incisivo quanto às denúncias de corrupção na área da saúde, segundo ele, houve um desvio anual de R$ 1 bilhão, o que pode ser conferido no livro do médico Eduardo Leite. Diante da grave denúncia, o candidato verde foi alertado pelo governador Wagner, que disse que, se ele sabia do esquema ilegal deveria ter encaminhado a denúncia ao Ministério Público.

Por fim, as críticas de Geddel a Paulo Souto e a Wagner foram uma tentativa real de levar a eleição para o segundo turno, coisa que Bassuma e Marcos Mendes também desejam. Paulo Souto não soube explicar porque seu governo ainda é tão criticado e disse que ele nunca teve a pretensão de acabar com todos os problemas da Bahia, como faz, segundo ele, Jaques Wagner.

Já Wagner manteve-se calmo durante as críticas, prometendo apurá-las e como tem feito durante sua campanha, falou da importância de um governo unificado, com Dilma, Lídice e Pinheiro, só assim, segundo ele, a Bahia poderá dar continuidade ao projeto defendido por Lula.

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